Sempre pensei em ter uma árvore na janela do meu quarto. Essa árvore tem que ter perfume, e mais ainda, tem que ser Jasmim Manga branca.
Por que Jasmim Manga branca? porque recordo da minha infância.
Quando tive que ir para a escola, quem acompanha meus textos sabe muito bem que morava numa fazenda sem escola perto. Lembro-me muito bem, parece um filme, eu sentada na escada da porta da cozinha, ainda pequena, segurando o lápis com certa dificuldade, sem qualquer experiência, fazendo bolinhas, riscos, minhoquinhas, acreditem, quem passava esse tipo de tarefa, era meu pai!! Foi um tempo de cuidado com o caderno, o lápis e a borracha, coisas que deveriam ser bem guardadas. Assim, meu pai fez toda essa preparação, que hoje é tão importante e debatida na pedagogia, a pré-escola. Ele não sabia nada de pedagogia, foi um ótimo professor. O tempo passando, a escola não chegando. A saída foi ir estudar, imagine vocês, fora. Fomos, eu e meu irmão para a casa de uma tia, irmã de meu pai, que tinha mais seis filhos, em Assis, interior de São Paulo. Lembro-me muito bem do colégio que fui estudar.
Casa estranha, eu pequena, escola grande, colégio de freiras, rigorosas, tenho marcado o dia que fui repreendida porque a sombrinha não era da cor do uniforme!! lembro-me do caderno de caligrafia, onde deveria antes de escrever na folha, fazer uma moldura de florzinhas...
A casa da minha tia, era tranquila, adorava o chá mate com pão e manteiga, nunca mais senti aquele sabor, sinto saudade desse chá. Foi nesse tempo que ganhei meu primeiro urso, era de veludo com um macacão vermelho, lindo! tenho até hoje essa roupinha, o urso já foi!
Bom, o Jasmim manga, me remete a esse tempo. Tempo longe de casa, que foi disfaçado pelo chá mate, pelo urso de veludo e pelo aroma do Jasmim Manga.
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Viva para o bem
Tenho flores no meu quintal. Sei que sou responsável pela vida delas. O cuidado é todo dia. Assim que chego em casa no final do dia, depois de me desfazer dos sapatos, guardar a bolsa, trocar de roupa e abrir a geladeira, a primeira coisa que faço, é olhar minhas plantas. Vejo a necessidade de rega-las, tirar as folhas secas e revolver a terra, assim faço com que sintam-se amadas e importantes. Da mesma maneira, faço um paralelo com a nossa vida. Temos prazer em viver junto com outras pessoas.
Desde criança gostamos de ser observados, assim nos sentimos cuidados, ou mesmo guardados. Mesmo hoje, com muito mais tempo, muito mais juventude vivida, ainda gostamos de ser observados (no bom sentido...rsrsrs), ninguém gosta de ser ignorado. O que quero escrever é sobre o sentimento de ser esquecido, de não ser importante para ninguém. Pois foi lendo uma reportagem sobre certos trabalhadores que são ignorados, mesmo fazendo parte do nosso dia a dia, como os garis, os carteiros, que me veio essa ideia. Se até as plantas sentem quando são esquecidas, imagine nós!?
Sou uma pessoa comunicativa, extrovertida e alegre. Ultimamente, tenho observado com mais rigor, que as pessoas fazem suas escolhas. Analisando as escolhas de algumas pessoas, cheguei à conclusão que estão preferindo a solidão do que correr o risco de experimentar outras formas de viver. Gostaria de mostrar a essas pessoas que a vida se resume em emoções... se não somos capazes de viver novas emoções, qual o sentido de estar vivo?
Somos seres racionais, vez ou outra pensamos....rsrsrs nesses momentos de reflexão, vejo que a natureza, nos oferece tantas belezas e oportunidades, por que deixar passar em branco? Sei que muitas vezes não depende exclusivamente de nós, mas podemos ter sempre claro que se estamos aqui, é para fazer alguma coisa, então que seja para nosso bem e consequentemente, para os outros. Sempre digo, os maus momentos são certos, os bons momentos somos nós que os fazemos ou mesmo nós que os proporcionamos!!!
Desde criança gostamos de ser observados, assim nos sentimos cuidados, ou mesmo guardados. Mesmo hoje, com muito mais tempo, muito mais juventude vivida, ainda gostamos de ser observados (no bom sentido...rsrsrs), ninguém gosta de ser ignorado. O que quero escrever é sobre o sentimento de ser esquecido, de não ser importante para ninguém. Pois foi lendo uma reportagem sobre certos trabalhadores que são ignorados, mesmo fazendo parte do nosso dia a dia, como os garis, os carteiros, que me veio essa ideia. Se até as plantas sentem quando são esquecidas, imagine nós!?
Sou uma pessoa comunicativa, extrovertida e alegre. Ultimamente, tenho observado com mais rigor, que as pessoas fazem suas escolhas. Analisando as escolhas de algumas pessoas, cheguei à conclusão que estão preferindo a solidão do que correr o risco de experimentar outras formas de viver. Gostaria de mostrar a essas pessoas que a vida se resume em emoções... se não somos capazes de viver novas emoções, qual o sentido de estar vivo?
Somos seres racionais, vez ou outra pensamos....rsrsrs nesses momentos de reflexão, vejo que a natureza, nos oferece tantas belezas e oportunidades, por que deixar passar em branco? Sei que muitas vezes não depende exclusivamente de nós, mas podemos ter sempre claro que se estamos aqui, é para fazer alguma coisa, então que seja para nosso bem e consequentemente, para os outros. Sempre digo, os maus momentos são certos, os bons momentos somos nós que os fazemos ou mesmo nós que os proporcionamos!!!
domingo, 22 de janeiro de 2012
Sol e areia
Sol, areia e água... muita água. Estes são os atores do verão. Estive por uns dias descansando num lugar maravilhoso, lugar onde temos os ingredientes que compõe a natureza, muito ar, sol, areia, água e descontração. Durante esses dias andei sozinha pela praia, curtindo essa beleza que Deus caprichou sem economia. Tempo para conversar com Deus e comigo mesma. Pude avaliar os valores e sonhos. Pude deslizar os pés nas águas rasas do mar... sozinha, no ritmo dos pensamentos. Gostaria que esses pensamentos fossem a realidade, de ver esses desejos realizados. São pensamentos que toda mulher tem, são da característica feminina, sonhar, idealizador um castelo, construir maravilhas e, a grande maioria deles são destruídos pelas águas da vida. Quando acordamos, vemos que somos muito irreais.
Durante essas caminhadas, penso em todas as pessoas que fazem ou fizeram parte da minha vida, vou olhando as pessoas em volta, muitas delas entram nos meus pensamentos.
Assim, vou construindo um tempo onde tudo é bom, onde posso mudar os fatos que na grande maioria me trouxeram tristeza. Essas caminhadas me trazem bem estar, acho que por sentir-me integrada à natureza, sentir que sou parte desse universo que ainda não está totalmente pronto, sinto-me em construção, em mudança. Por isso as marcas dos meus pé são apagados pela água, como a vida vai escrevendo nossa história, mesmo sendo protagonista em alguns momentos...deixo essa força me levar.
sábado, 14 de janeiro de 2012
Novo Ano, lá vamos nós!!
Terminadas as festas de dezembro, lá vamos nós para a vida normal... a rotina... a esperança de mudança.
Essa fase de festas dezembrinas é muito boa, ficamos mais leves, alegres, cheios de boas expectativas e, ao mesmo tempo, refletindo sobre os acontecimentos que marcaram nossa vida no ano que termina.
Bom, sobre o ano que terminou nem preciso dizer nada, quem leu meus textos acompanhou muito bem minha vida, sabe exatamente o que vivi.Agora, esse ano que inicia está meio que em suspense.
Tenho como costume fazer uma relação de metas para o novo ano, sempre faço no dia 1º de janeiro, esse ano até agora nada!!
Estive pensando sobre essas metas, hoje tenho mais áreas para atingir. Avaliando os objetivos não sei qual seria o mais importante. Penso muito em ser mais fiel a Deus, ter mais compromisso. Em outros momentos, seguir meus sonhos de juventude, aprender a dançar, voltar a estudar piano... logo, penso em acomodar-me e não planejar nada, deixar as coisas acontecerem ao gosto da vida. Tudo isso, deve-se quando reflito sobre o ano que passou. Foi um ano de alguns acontecimentos bons, como o casamento da minha filha, minha licença-prêmio, meu novo trabalho com novas, boas e maravilhosas amizades e um amigo que me aguentou com muita gentileza e paciência, também um ano de tristeza que foi a falta de meu pai. Posso dizer que foi um ano meio tranquilo com algumas modificações e realizações.
Para esse novo ano, não vou fazer a relação coisa nenhuma. Vou deixar a vida me levar, vou fazer a minha parte, vou ser mais paciente, vou mudar meu jeito de ser, tentar compreender as pessoas.
Para estes planos tenho como prioridade ficar alerta nas coisas que podem me irritar, me entristecer, me desencantar, isto tudo eu quero que nem chegue perto. Quero levar uma vida simples, sem frescura, sem delongas, curtir a natureza nas suas várias formas de beleza e encantamento. Desejo ouvir minhas músicas, voltar a garimpar algo antigo, sentir meus filhos mais perto, usufruir com os amigos de bons momentos de conversa sem compromisso, fazer uma boa viagem no ano e aceitar o que aparecer sem aviso, enfim, tirar proveito de tudo que possa me fazer bem.
Essa fase de festas dezembrinas é muito boa, ficamos mais leves, alegres, cheios de boas expectativas e, ao mesmo tempo, refletindo sobre os acontecimentos que marcaram nossa vida no ano que termina.
Bom, sobre o ano que terminou nem preciso dizer nada, quem leu meus textos acompanhou muito bem minha vida, sabe exatamente o que vivi.Agora, esse ano que inicia está meio que em suspense.
Tenho como costume fazer uma relação de metas para o novo ano, sempre faço no dia 1º de janeiro, esse ano até agora nada!!
Estive pensando sobre essas metas, hoje tenho mais áreas para atingir. Avaliando os objetivos não sei qual seria o mais importante. Penso muito em ser mais fiel a Deus, ter mais compromisso. Em outros momentos, seguir meus sonhos de juventude, aprender a dançar, voltar a estudar piano... logo, penso em acomodar-me e não planejar nada, deixar as coisas acontecerem ao gosto da vida. Tudo isso, deve-se quando reflito sobre o ano que passou. Foi um ano de alguns acontecimentos bons, como o casamento da minha filha, minha licença-prêmio, meu novo trabalho com novas, boas e maravilhosas amizades e um amigo que me aguentou com muita gentileza e paciência, também um ano de tristeza que foi a falta de meu pai. Posso dizer que foi um ano meio tranquilo com algumas modificações e realizações.
Para esse novo ano, não vou fazer a relação coisa nenhuma. Vou deixar a vida me levar, vou fazer a minha parte, vou ser mais paciente, vou mudar meu jeito de ser, tentar compreender as pessoas.
Para estes planos tenho como prioridade ficar alerta nas coisas que podem me irritar, me entristecer, me desencantar, isto tudo eu quero que nem chegue perto. Quero levar uma vida simples, sem frescura, sem delongas, curtir a natureza nas suas várias formas de beleza e encantamento. Desejo ouvir minhas músicas, voltar a garimpar algo antigo, sentir meus filhos mais perto, usufruir com os amigos de bons momentos de conversa sem compromisso, fazer uma boa viagem no ano e aceitar o que aparecer sem aviso, enfim, tirar proveito de tudo que possa me fazer bem.
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Fechando mais um ano
A retrospectiva de 2011 terá de tudo um pouco, desde tristeza, decepção, alegria e surpresa... O ano inicia-se com uma grande tristeza. Na tarde de 31 de dezembro de 2010, meu pai passou mal, foi socorrido, transportado rapidamente para o hospital, submetido a uma cirurgia que transcorreu tudo bem, no início da manhã do dia 1º de janeiro de 2011, teve uma parada cardíaca e veio a falecer. Essa tristeza ainda está sendo superada, deixou marcas na família toda, por mais que tentamos entender, justificar, a falta dele sempre será sentida.
A vida continua, os dias vão passando, a vida vai tentando entrar na sua normalidade. Minha mãe vai se recuperando, tentando ser forte, superar a falta, volta para sua casa, leva seus dias como a vida quer.
Volto ao meu trabalho, na escola, encarando sala de aula. Estava fora de sala de aula há um bom tempo. Encontrei uma realidade que nunca pensei que poderia existir. Trabalho que tomava todo meu tempo, trabalho que era perdido quando tentava desenvolver. Encontrei alunos desinteressados, desmotivados, defasados, sem base de acompanhar um raciocínio de espaço, de formação de frase, de interpretação de texto, acreditem, alunos que simplesmente estão "passando" pela escola, cumprindo uma obrigação, não sentem a mínima responsabilidade de representar bem o papel com suas obrigações e seus resultados, que seria o conhecimento sistematizado, incorporado na sua realidade, como fator de alavanca para mudança dessa realidade. A nuvem que pairava sobre essa realidade, é de aceitação e conformismo, fez-me ficar descrente de uma escola honesta, escola que deveria representar seu verdadeiro papel, apresentar o conhecimento construído pelo tempo para ser contextualizado, resultando num novo conhecimento. Assim, senti necessidade de buscar nova opção de trabalho, que encontrei e sinto-me realizada, trabalho que busco desempenhar da melhor maneira, trabalho que todo dia tenho algo a aprender, onde o ser humano é tratado com respeito e consideração. Portanto, nesse ano o trabalho trouxe-me novo ânimo.
A vida doméstica vai correndo em paralelo, meus filhos vão seguindo seus caminhos, firmando seus objetivos, isto me tranquiliza. Vou atendendo minha mãe a distância e, cada mês fazendo uma visita.
A vinda do namorado da minha filha em definitivo, foi uma mudança que nos fez muito bem. Ter um homem em casa traz algumas alterações. Novas preocupações, a obrigações são divididas, aos poucos nosso convívio vai se harmonizando. Hoje posso dizer que estamos no mesmo tempo, estamos habituados aos nossos esquemas de boa convivência, comprovados pelos cumprimentos dos ritmo das nossas vidas e trabalho de cada um, sem qualquer rusga ou descontentamento. Esse convívio trouxe crescimento e respeito para todos.
Em setembro entrei em licença-prêmio, aquela de 90 dias que o funcionário público tem direito a cada 5 anos trabalhados, desde que não tenha nenhuma falta.
Tinha alguns planos para esses 90 dias, viajar para Gramado e Canela, construir a churrasqueira e deixar a casa inteira em perfeita ordem e limpeza.
Outubro fiquei em casa organizando pequenos reparos, como revisão no aquecedor, na máquina de lavar e, assim foi... finalzinho de outubro saí de viagem.
Bom, chegando em casa, fui para outra empreitada, construir a churrasqueira e área de convivência. Depois de fazer orçamentos com construtores, a obra começou, ah! com a proposta de ser concluída em 3 semana... hum...se essas 3 semanas fossem de 21 dias seria uma maravilha!!! Essas 3 semanas foram de 40 dias!!não posso reclamar, a obra ficou como imaginava, fiquei esses 40 dias só em função da construção.
A vida continua, os dias vão passando, a vida vai tentando entrar na sua normalidade. Minha mãe vai se recuperando, tentando ser forte, superar a falta, volta para sua casa, leva seus dias como a vida quer.
Volto ao meu trabalho, na escola, encarando sala de aula. Estava fora de sala de aula há um bom tempo. Encontrei uma realidade que nunca pensei que poderia existir. Trabalho que tomava todo meu tempo, trabalho que era perdido quando tentava desenvolver. Encontrei alunos desinteressados, desmotivados, defasados, sem base de acompanhar um raciocínio de espaço, de formação de frase, de interpretação de texto, acreditem, alunos que simplesmente estão "passando" pela escola, cumprindo uma obrigação, não sentem a mínima responsabilidade de representar bem o papel com suas obrigações e seus resultados, que seria o conhecimento sistematizado, incorporado na sua realidade, como fator de alavanca para mudança dessa realidade. A nuvem que pairava sobre essa realidade, é de aceitação e conformismo, fez-me ficar descrente de uma escola honesta, escola que deveria representar seu verdadeiro papel, apresentar o conhecimento construído pelo tempo para ser contextualizado, resultando num novo conhecimento. Assim, senti necessidade de buscar nova opção de trabalho, que encontrei e sinto-me realizada, trabalho que busco desempenhar da melhor maneira, trabalho que todo dia tenho algo a aprender, onde o ser humano é tratado com respeito e consideração. Portanto, nesse ano o trabalho trouxe-me novo ânimo.
A vida doméstica vai correndo em paralelo, meus filhos vão seguindo seus caminhos, firmando seus objetivos, isto me tranquiliza. Vou atendendo minha mãe a distância e, cada mês fazendo uma visita.
A vinda do namorado da minha filha em definitivo, foi uma mudança que nos fez muito bem. Ter um homem em casa traz algumas alterações. Novas preocupações, a obrigações são divididas, aos poucos nosso convívio vai se harmonizando. Hoje posso dizer que estamos no mesmo tempo, estamos habituados aos nossos esquemas de boa convivência, comprovados pelos cumprimentos dos ritmo das nossas vidas e trabalho de cada um, sem qualquer rusga ou descontentamento. Esse convívio trouxe crescimento e respeito para todos.
Em setembro entrei em licença-prêmio, aquela de 90 dias que o funcionário público tem direito a cada 5 anos trabalhados, desde que não tenha nenhuma falta.
Tinha alguns planos para esses 90 dias, viajar para Gramado e Canela, construir a churrasqueira e deixar a casa inteira em perfeita ordem e limpeza.
Outubro fiquei em casa organizando pequenos reparos, como revisão no aquecedor, na máquina de lavar e, assim foi... finalzinho de outubro saí de viagem.
Nessa viagem convidei uma prima, fomos nós duas. Saimos de manhã, com o plano de parar logo depois de Florianópolis, dormir e seguir viagem no dia seguinte. Olhem, a viagem foi tão boa, tranquila que resolvemos tocar direto para Canela. Chegamos a tarde, nos instalamos na Pousada e, fomos fazer uma caminhada pelos arredores. Os 3 dias seguintes que ficamos entre Gramado e Canela foram muito bem aproveitado, fizemos os passeios aos pontos turísticos, nos centros de comércio e restaurantes. Foram dias tranquilos, de liberdade de ir e vir, de entrar em lojas olhar...olhar... admirar... não gostar... degustar...assustar...bom, esse "assustar" tem uma estória engraçada. Entramos numa loja de artigos de decoração direcionadas para mesa. Tudo muito lindo. Entramos com a certeza de comprar, de tão lindos que eram os produtos. Logo de início ficamos admirando, passando a mão, olhando de cima a baixo as prateleiras ... a vendedora muito atenciosa logo veio. Fomos logo perguntando o preço de um artigo que nos tinha motivado a ida, quando ouvi o preço, pensei que era por uma dúzia, que nada, o preço era por unidade! Acho que esse foi o maior susto que levei esse ano!!! Esse acontecimento foi por muitas vezes lembrado com boas risadas!!!
Voltando passamos por Florianópolis, visitamos algumas praias e admiramos a beleza de uma cidade com tudo para ser perfeita. Vim com o sonho de consumo mais sonhado, morar na Avenida Beira-mar, humm.... acho que quem tem essa oportunidade e vive-a com sabedoria esquece até de morrer...rsrsrs... Esse passeio foi o primeiro de outros que já estamos planejando.
Voltando passamos por Florianópolis, visitamos algumas praias e admiramos a beleza de uma cidade com tudo para ser perfeita. Vim com o sonho de consumo mais sonhado, morar na Avenida Beira-mar, humm.... acho que quem tem essa oportunidade e vive-a com sabedoria esquece até de morrer...rsrsrs... Esse passeio foi o primeiro de outros que já estamos planejando.
Agora estamos no final do ano, esse espaço está bombando, tentamos usa-lo sempre que possível.
O Natal se aproximando, o final do dia deve ser descontraído e mais suave. Assim, estamos lanchando com boa conversa, tentando deixar os problemas e a tensão de lado, para fazer esses dias de comemoração mais alegres e dignos de sua importância na vida. Tenho certeza que a maioria das pessoas querem que esses dias de comemoração do Nascimento de Jesus e o início de um novo ano sejam dias de confraternização, paz e muita alegria. Meus votos para meus amigos é de 365 dias de Natal no ano de 2012!! alegria, paz, saúde, harmonia e muitooo AMOR!!
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Luzes no Natal
Dezembro, mês de comemoração. Comemora-se o final de mais 12 meses, comemora-se o nascimento de Cristo, mês de buscar encerrar as pendências, de reunir a família que durante esses 12 meses, por compromissos, não se viram, nem se falaram sobre suas tristezas e alegrias. Parece que em dezembro temos que por obrigação estarmos com tudo em ordem, tudo bem, todos alegres, parece que nos 11 meses passados, ficamos preparando o dezembro.
Hoje fui ver as Luzes do Natal no centro da cidade. Está maravilhoso, fiquei encantada com a imaginação do artista que criou os arcos com luzes coloridas, assisti uma apresentação de teatro com música e dança, sobre Natal.
Vou muito pouco ao centro da cidade, na Rua Quinze, que é fechada para os veículos. Hoje simplesmente, estava lotada. A chuva quis se mostrar, deixou por momentos as pessoas molhadas com suas gotas. Parecia que até a chuva queria fazer parte do espetáculo...
Assisti o espetáculo de dança, fez-me lembrar do sonho de criança, ser bailarina, hoje tive a certeza que esse sempre foi um sonho, mas por motivos que nem eu sei, foi esquecido.
O passeio, foi lindo, muita gente, marido com esposa e filhos, amigos, jovens, turistas, pessoas de todas as idades. Senti que o espírito do natal reinava no meio das pessoas que andavam apertadas, esbarrando umas nas outras, melhor ainda, foi que a figura do Papai Noel não apareceu, gostei, pois tive a idéia que não precisamos dessa figura para viver um clima de alegria, de descontração, de união entre as pessoas, enfim, somente lamento que esse sentimento só venha á tona no mês de dezembro!!!
Hoje fui ver as Luzes do Natal no centro da cidade. Está maravilhoso, fiquei encantada com a imaginação do artista que criou os arcos com luzes coloridas, assisti uma apresentação de teatro com música e dança, sobre Natal.
Vou muito pouco ao centro da cidade, na Rua Quinze, que é fechada para os veículos. Hoje simplesmente, estava lotada. A chuva quis se mostrar, deixou por momentos as pessoas molhadas com suas gotas. Parecia que até a chuva queria fazer parte do espetáculo...
Assisti o espetáculo de dança, fez-me lembrar do sonho de criança, ser bailarina, hoje tive a certeza que esse sempre foi um sonho, mas por motivos que nem eu sei, foi esquecido.
O passeio, foi lindo, muita gente, marido com esposa e filhos, amigos, jovens, turistas, pessoas de todas as idades. Senti que o espírito do natal reinava no meio das pessoas que andavam apertadas, esbarrando umas nas outras, melhor ainda, foi que a figura do Papai Noel não apareceu, gostei, pois tive a idéia que não precisamos dessa figura para viver um clima de alegria, de descontração, de união entre as pessoas, enfim, somente lamento que esse sentimento só venha á tona no mês de dezembro!!!
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Homens de valor
Dias atrás recebi um email de um amigo que está fazendo um trabalho muito bonito, ele está resgatando um tempo que deveria ser registrado como história. O trabalho dele é através da Internet, onde criou espaços para encontrar pessoas que participaram de um tempo que ficou para trás. Tempo que vivemos numa cidade, hoje, pequena, imagine há 40 anos atrás!! Pelo Orkut e pelo Facebook, encontrou pessoas espalhadas pelo mundo, pessoas que também tem boas recordações.
Bom, vamos ao que me propus. Neste email enviado veio um arquivo de foto da placa de inauguração do espaço de lazer do nosso clube, o Loanda Tenis Clube, chique... hein!! O clube tinha a sede social, onde aconteciam os bailes, esses sempre muito disputados e frequentados, lembro-me perfeitamente das orquestras que animavam os bailes. No intervalo dos bailes, aconteciam as "brincadeiras dançantes", essas animadas com um "toca-disco", coca cola, cuba livre e muita conversa. Faltava a sede de lazer, onde teria a tão esperada piscina, pois nossa cidade era de muito calor!!
Decidiu-se construir a piscina. foi todo um trabalho de amigos, num objetivo comum. Os associados contribuiam nas mensalidades, cumprindo o calendário da obra, nossa piscina ficou pronta!
O que me deixou alegre foi que esse amigo, o Walter Pinatti Junior, enviou-me um foto dessa placa, não lembrava mais das pessoas que tinham tomado essa iniciativa, para minha surpresa e alegria vi o nome de meu pai como participante dessa obra que tanta gente desejava, pois era um atrativo a mais numa cidade que tinha somente um cinema e as "brincadeiras dançantes" como lazer para os jovens.
Bom, vamos ao que me propus. Neste email enviado veio um arquivo de foto da placa de inauguração do espaço de lazer do nosso clube, o Loanda Tenis Clube, chique... hein!! O clube tinha a sede social, onde aconteciam os bailes, esses sempre muito disputados e frequentados, lembro-me perfeitamente das orquestras que animavam os bailes. No intervalo dos bailes, aconteciam as "brincadeiras dançantes", essas animadas com um "toca-disco", coca cola, cuba livre e muita conversa. Faltava a sede de lazer, onde teria a tão esperada piscina, pois nossa cidade era de muito calor!!
Decidiu-se construir a piscina. foi todo um trabalho de amigos, num objetivo comum. Os associados contribuiam nas mensalidades, cumprindo o calendário da obra, nossa piscina ficou pronta!
O que me deixou alegre foi que esse amigo, o Walter Pinatti Junior, enviou-me um foto dessa placa, não lembrava mais das pessoas que tinham tomado essa iniciativa, para minha surpresa e alegria vi o nome de meu pai como participante dessa obra que tanta gente desejava, pois era um atrativo a mais numa cidade que tinha somente um cinema e as "brincadeiras dançantes" como lazer para os jovens.Deixo registrado meu carinho por todas essas pessoas que junto com meu pai deram tanta alegria e uma opção a mais para nós que nessa época, uma piscina, era tudo de bom para nossos finais de semana!!
Todos eles são homens de muito valor, a grande maioria estão esquecidos da história da cidade, penso que hoje, uma piscina de clube não é mais tão importante como ponto de encontro e diversão para os jovens. Sei que essas pessoas que tomaram a frente e concluiram a piscina, serão sempre lembrados, por mim, posso dizer, pelo Walter também, como pessoas valorosas, pessoas que deveriam ser destacadas na história de Loanda, pois foram fundadores da cidade que tantas pessoas hoje se orgulham.
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